A busca por lucratividade baseada em processos sustentáveis é, hoje, uma realidade, que visa o equilíbrio entre três pilares – ambiental, econômico e social, para obter bons negócios. Em uma gestão responsável é preciso que as práticas sustentáveis sejam multiplicadas entre todos os atores envolvidos. Toda a rede de fornecedores, parceiros, clientes e até mesmo consumidores e governos, devem estar comprometidos com a causa. Portanto, a sustentabilidade exige a convergência de mercados em busca de objetivos comuns, buscando ações e ferramentas que contribuam para essa integração. Ao percebermos que apostar em crescimento sustentável é investimento e não despesa, tanto para empresas privadas como para o setor público, todos sairão beneficiados. Do lado corporativo, além de fortalecer as estruturas da empresa no mercado, oferecendo credibilidade e confiabilidade à marca, a visão sustentável também auxilia a companhia na aquisição de créditos e contribui com a eficiência do negócio, gerando maior lucratividade. Alguns fatos do mercado mundial também já demonstram algumas mudanças significativas. Por exemplo, as principais bolsas de valores do mundo, incluindo a BOVESPA, possuem índices diferenciados para os negócios sustentáveis e suas ações têm mostrado uma estabilidade maior do que as outras, mesmo, em tempos de crise. Os bancos de varejo disputam a posição do “mais sustentável”, afinal, esse valor significa ainda mais segurança no longo prazo. No Brasil, o investimento em controle ambiental das indústrias passou de R$ 2,2 bilhões, em 1997, para R$ 4,1 bilhões, em 2002, dados da Pesquisa Industrial Anual (PIA-empresa). Foram consideradas, além da aquisição de máquinas indústrias que incorporam a concepção de tecnologia limpa, a aquisição de equipamentos, obras com estação de tratamento e gastos para colocar esses itens em funcionamento. Cada vez mais, é preciso estar atento aos novos nichos de mercado. Principalmente em tempos de crise, os negócios “verdes” podem gerar grandes oportunidades de negócio. A ONU estima que a economia “verde” deverá contribuir, no mundo, com mais de 20 milhões de empregos até 2030. Esperamos que essas estimativas cresçam ainda mais e que, com uma maior consciência, possamos romper com o atual processo de desenvolvimento a qualquer custo para alcançar o desenvolvimento sustentável. * Ricardo Guggisberg é organizador da Eco Business Show, feira de sustentabilidade e negócios que acontece em São Paulo de 25 a 27 de novembro, além de presidente da MES Eventos que tem uma proposta inovadora e criativa de realizar projetos que contribuam para um mundo sustentável. |
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Um pedido.
Que Professores e Pais, participem mais, incentivando, apoiando crianças que fazem parte do Projeto ECO PLANETA, este, patrocinado pela Barsa Planeta Internacional.
Escolas recebem todo material necessário para que as crianças participem com desenhos e redação.
Este projeto visa, através da arte e a parceria com as instituições de ensino, plantar a semente da preservação do Meio Ambiente e da sustentabilidade do planeta.
A proposta é a de que a criança se sinta um agente transformador do ambiente onde vive e desperte para a importância da qualidade de vida e o equilíbrio ambiental.
A finalização da participação da criança também é de patrocínio da Barsa Planeta, que aluga espaço para exposição dos trabalhos, onde a Criança terá o Certificado especial, além de uma muda de árvore nativa.
Professores e Pais, não deixem de assistir as exposições dos trabalhos!
Alunos e Filhos merecem….
Grata!
Olá
Gostei muito do seu blog
quero trocar links com blogs desse estilo com conteúdo útil e educativo.
Visite meu blog se gostar dele e se interessar coloque um link e diga se quer que eu coloque um link seu no meu.
http://planetadobem.blogspot.com.br/
A respeito do texto de Guggisberg tenho a dizer que o econegócio do turismo no litoral norte da Bahia não vai nada bem. É difícil falar aqui, sobre que está acontecendo. Creio que devemos informar, instruir melhor o turista a enxergar o que era, o que significava e comparar com o que ele vê agora. Aqui estão substituindo mata seca, mata alta, mata úmida, mata baixa de restinga por campos de golfe, poucas ou quase nenhuma das novas construções realizadas sobre a visão ecológica, histórica, climática…